sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Para os que estão com um novo parceiro:

veja 7 dicas que tornam o sexo menos constrangedor.




Alimentar expectativas realistas é uma das maneiras de evitar grandes decepções


Fazer sexo pela primeira vez com um novo parceiro pode ser uma situação tensa e, muitas vezes, até constrangedora. Para tornar esse momento memorável por boas razões, o site da revista Cosmopolitan listou 7 dicas que vão ajudar você na hora H. Veja:

1. Tenha certeza de que está pronta: é muito importante se assegurar de que você está realmente pronta para dar este grande passo. Se você for precipitada, o sexo talvez se transforme em apenas uma forma de causar uma boa impressão em vez de uma experiência a ser curtida.

2. Alimente expectativas realistas: após decidir que você está pronta, é importante saber que vocês não estarão em perfeita sincronia neste primeiro momento. "Um sexo incrível geralmente vem após conhecer o corpo do parceiro e isso é praticamente impossível na primeira vez", diz a especialista em sexo, Emily Morse. A expert ainda alerta para não se preocupar muito com o desempenho na primeira vez.

3. Invista no look: pode parecer besteira, mas vestir a roupa certa - desde a lingerie - para a primeira vez com um novo parceiro pode ajudar você a se sentir mais confiante e, consequentemente, mais confortável na situação.

4. Não pule as preliminares: Emily Morse sugere que vocês invistam em uma longa sessão de preliminares, tocando e explorando as diferentes partes do corpo um do outro. "Lembre-se, quanto mais você provocar, melhor. Foque em dar e receber prazer, aprendendo mais sobre o corpo do seu novo parceiro", ensina a expert.

5. Fale mais: você e seu parceiro terão que adivinhar o que o outro gosta ou não, caso vocês não falem abertamente. Por isso, de acordo com a especialista em sexo, é melhor perguntar se ele está curtindo e também falar sobre as suas sensação. Não há nada de errado ou inapropriado nisso.

6. Relaxe: para realmente curtir a experiência, você precisa relaxar. "O estresse é um dos maiores inibidores quando o assunto é sexo. Nós colocamos muita pressão para sermos perfeitas na primeira vez. Foque nas sensações que você está tendo no momento", alerta Emily.

7. Dê risada na hora do constrangimento: é normal que, na hora do sexo, aconteçam situações constrangedoras. Para sair delas em grande estilo, não há nada melhor do que simplesmente rir e continuar daonde pararam.












Elas falam que omitem sobre sentimento e performance sexual do ex.





"O nosso amor a gente inventa para se distrair, e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu", a frase de Cazuza não é a penas um dos refrões dos sucessos do rock nacional dos anos 1980, mas retrata a forma de levar os relacionamentos das mulheres. Quem não tem um ex-namorado por quem foi apaixonada? Dificilmente a resposta será negativa. Quanto a contar sobre este forte sentimento e como as noites eram maravilhosas com ele para o novo parceiro, mais uma vez, a resposta é não.

A maioria das mulheres não conta exatamente a verdade, principalmente se gostava muito do ex e quem terminou foi ele, contou a analista de comércio exterior Jacqueline Siqueira

De acordo com a analista financeira Ana Carolina Rodrigues, as pessoas fantasiam que aquilo que estão vivendo no momento é sempre o máximo, o melhor, e esquecem que tiveram o mesmo sentimento com o ex

Outro assunto sem garantia de que elas dirão a verdade é como era o sexo com o ex. Nenhuma mulher vai chegar para o namorado atual e dizer que o sexo do ex era melhor, vai? Eu acho que não. A maioria das mulheres diminui ou nem comenta, disse Jacqueline. Não deve haver coisa pior do que ouvir: minha ex ou meu ex fazia de tal jeito!. Mexe muito com a insegurança do parceiro, acho muito mais eficiente dar toques que não remetem a ninguém do passado, complementou Ana Carolina

As mulheres merecem um ponto quando o assunto é sentimento. As entrevistadas pelo Terra garantiram não mentir caso sintam ainda uma pontinha de amor pelo ex. Elas disseram ainda que não iniciariam um novo namoro nesta situação. Sou muito transparente e acho que mesmo não contando ele saberia, portanto, eu contaria sim, até porque ele deve saber onde está pisando, contou Jacqueline

O vinho é uma das bebidas que trazem benefícios à saúde.

Veja 6 benefícios que beber pode trazer para a saúde.



Beber pode não ser 100% saudável, mas novos estudos descobriram que o hábito pode trazer alguns benefícios para a saúde. O site da revistaCosmopolitan listou seis deles, veja:

Peso ideal: um estudo realizado durante 13 anos concluiu que o vinho pode ajudar a manter o peso ideal. Os cientistas descobriram que mulheres que bebiam de um a dois copos de vinho tinto por dia eram 30% menos propensas a sofrer com o sobrepeso em comparação com as que não consumiam a bebida. A razão é que o hábito encoraja o corpo a queimar calorias.

Inteligência: cientistas da Universidade de Illinois atestaram que as pessoas que beberam duas canecas de cerveja durante uma rodada de jogos de bar resolveram 40% mais problemas e deram respostas 3,5 segundos mais rápidas do que os participantes sóbrios.

Combate à pneumonia: de acordo com um novo estudo da Sapporo Medical University, no Japão, a cerveja contém uma substância química chamada humulone, que ajuda a proteger o corpo do vírus da pneumonia.

Pele saudável: pesquisadores espanhóis descobriram que os flavonoides presentes no vinho tinto podem ajudar a proteger a pele dos danos causados pelo sol.

Ossos fortes: pesquisadores da Northwestern University descobriram que beber um copo de vinho pode aumentar a produção do estrogênio e outros hormônios essenciais para a saúde dos ossos. Um outro estudo da Universidade da California concluiu também que o silício presente na cerveja pode turbinar a resistência óssea.

Vida longa: segundo estudo realizado pela Harvard Medical School, a taxa de mortalidade entre os apreciadores de vinho é menor se comparada à dos consumidores de outras bebidas, como cerveja e licor, e até mesmo à daqueles que não bebem.


Veja famosas com corpos invejáveis e saiba como conquistá-los.


Além de alimentação balanceada, as celebridades investem em muito exercício físico para manter o corpo em forma.
Elas são famosas, belas e exibem um físico de causar inveja. Para inspirá-la a seguir adiante com o projeto de investir na malhação em 2013 a revistaGlamour listou 19 celebridades que tem corpos que vão fazer você desejar correr para a academia agora mesmo.

Shay Mitchell: pernas bonitas como as da atriz Shay Mitchell dão trabalho. Para obter um resultado assim, invista em exercícios localizados para essa região, com ou sem peso.

Allyson Felix: pendure uma foto da medalhista olímpica Allyson Felix na sua frente enquanto faz suas flexões. Olhar para os braços firmes e torneados da atleta podem lhe dar mais gás para se exercitar.

Naya Rivera: as curvas da atriz do seriado Glee são uma inspiração para você se dedicar ao agachamento.

Anne Hathaway: quando malhar parecer insuportável, olhe para a magreza saudável da atriz Anne Hathaway para um incentivo a mais.

Carrie Underwood: as pernas torneadas da cantora servem para lembrá-la da necessidade de trabalhar a região para desfilar por aí em shorts e biquínis neste verão.

Erin Heatherton: o corpo da modelo Angel da Victoria’s Secret é modelado à base de pilates e malhação.

Katharine McPhee:
pense que se você se dedicar a uma rotina de exercícios físicos e alimentação saudável pode alcançar no futuro o corpo da atriz Katharine McPhee.

Miranda Kerr: quando quiser inventar uma desculpa para si mesma com o objetivo de escapar da academia, lembre-se das curvas da top Miranda Kerr no desfile da Victoria’s Secret.

Nina Dobrev: lembre-se de que não são só suas pernas e bumbum que merecem dedicação. Para ombros sensuais como os da atriz de Vampire Diaries é preciso investir em exercícios localizados.

Solange Knowles: é claro que no caso da cantora Solange Knowles, irmã de Beyoncé, a genética ajuda. Porém, ela também se dedica para manter o corpão. Malhar não precisa ser chato. Basta escolher uma atividade mais descontraída e que lhe dê prazer, como dançar ou nadar.

Padma Lakshmi: a apresentadora do programa culinário Top Chef mostra que é possível achar um equilíbrio entre boa alimentação e exercícios físicos.

Hayden Panettiere:
se você deseja um corpo mais sequinho, a atriz Hayden Panettiere pode ser uma ótima referência.

Rita Ora: a cantora adora desfilar com camisetas curtinhas, mas para exibir a barriga sequinha é preciso estar em forma e ser aplicada nas sessões de abdominais.

Stacy Keibler: tem algo que todas as namoradas de George Clooney têm em comum: um corpo invejável. A atriz e modelo Stacy Keibler não fugiu do padrão e pode ser uma inspiração para você seguir firme na dieta.

Maria Menounos: ficar tão bem em um biquíni como Maria Menounos é um sonho de consumo que pode virar realidade com uma dedicação extra à academia em 2013.

Heather Morris: para preencher um vestido como a atriz de Glee, invista nos exercícios para o peitoral.

Melanie Fiona: para ter um corpo e uma resistência como a da cantora Melanie Fiona, aposte em exercícios aeróbicos, como corrida.

Emmy Rossum: as costas da cantora Emmy Rossum são o resultado almejado de muitos exercícios de remo na academia.

Bombas nucleares melhores por um mundo mais seguro?


EUA modernizam armamento nuclear para deter países tiranos e tornar o mundo 'mais seguro'
                     
(B16 terá poder de explosão centenas de vezes maior que a bomba de Hiroshima).

Estariam os Estados Unidos prontos para uma nova guerra fria? Críticos acreditam que este é o real objetivo por trás da modernização da bomba nuclear B61, a principal do arsenal nuclear do Pentágono. O projeto levará três anos e está orçado em U$ 10 bilhões.
Os EUA afirmam que existem outras razões para a modernização, como aumentar o poder de dissuasão dos EUA e tornar o país mais forte e seguro. Tais objetivos justificariam o alto valor do projeto.


Muito longe da utopia

Um mundo livre de armas nucleares é uma ideia tão maravilhosa quanto distante da realidade. Por enquanto, a meta dos EUA e da Rússia é manter o menor arsenal nuclear possível, mas com armas eficientes capazes de deter pequenos países como Irã e Coreia do Norte.

A tecnologia utilizada para construir a B61 permitiu expandir seu poder de explosão para centenas de quilotons. Nunca nenhum armamento nuclear teve semelhante poder de alcance, precisão e potência. Para se ter uma ideia, a bomba que dizimou Hiroshima em 1945 tinha poder de explosão de 15 quilotons.

De acordo com críticos, o projeto de modernização do arsenal nuclear norte-americano é uma manobra que na realidade esconde a criação de uma nova arma nuclear, o que vai contra a política dos EUA de não aumentar seu arsenal militar. Já os entusiastas do projeto afirmam que construir uma arma menor, mais segura e eficiente, que tem como objetivo impedir a proliferação de armas atômicas em países tiranos, é a melhor forma de conter a expansão do arsenal nuclear mundial.

Os palestinos estão preparados para dividir um Estado com a Jordânia?

O presidente palestino Mahmoud Abbas parece estar buscando uma confederação com a Jordânia – uma abordagem que pode finalmente quebrar o impasse entre Israel e palestinos.





No verão de 1993, o jornalista Daoud Kuttab teve a rara oportunidade para um jornalista palestino de entrevistar, com exclusividade, o primeiro-ministro de Israel na época, Yitzhak Rabin, no que seria a primeira entrevista concedida a um repórter de um dos maiores jornais palestinos. No meio da entrevista, Kuttab perguntou a Rabin sobre sua visão final para a Cisjordânia e Gaza, em 15 ou 20 anos. Rabin respondeu que ele via a Palestina como parte de uma entidade com a Jordânia.

Quase 20 anos depois, a falta de vontade política do presidente norte-americano Barack Obama e a incapacidade do resto do mundo de resolver o conflito entre Israel e palestinos sem o envolvimento dos EUA está levando muitos a imaginarem uma nova/velha fórmula para resolver o impasse: um fórmula que passa diretamente pela Jordânia.



Em uma reunião em outubro com os membros da instituição de caridade Ebal, composta por jordanianos de origem palestina, o príncipe da Jordânia, Hassan bin Talal, levantou novamente a questão. Em seu discurso, gravado e publicado no site jordandays.tv, o príncipe ressaltou que a Cisjordânia é parte do Reino Hachemita da Jordânia, que inclui “ambas as margens do Rio Jordão”. Ele acrescentou que “pessoalmente não se opõe à solução de dois Estados”, mas que esta solução tornou-se irrelevante atualmente.

O discurso recebeu pouca atenção, até que um ex-líder da Organização pela Liberação da Palestina (OLP) repetiu a ideia, mas em um tom diferente. Farouk al Qadoumi, um dos fundadores do movimento Fatah, que integra a OLP, deu uma entrevista ao diário londrino Al Quds Al Arabi em que sugeriu a devolução da Cisjordânia à Jordânia como parte de uma federação ou confederação (um sistema político que inclui dois Estados independentes). Qadoumi, que se opôs ao Acordo de Oslo, se recusa a pisar em áreas da Autoridade Palestina e já acusou Mahmoud Abbas de estar por trás do envenenamento de Yasser Arafat, tem pouca influência dentro da OLP. Suas declarações foram rapidamente rejeitadas pelo secretário da OLP Yasser Abed Rabo, que o chamou de “ingênuo”.

Mas no início deste mês, o jornal Al-Quds Al-Arabi informou que Mahmoud Abbas alertou vários líderes da OLP “para estarem preparados para um novo projeto de uma confederação com a Jordânia envolvendo outros membros da comunidade internacional”, e que seu escritório já emitiu relatórios que avaliam “as melhores estratégias para levar possíveis negociações com a Jordânia” e “reavivar a confederação”. Abbas supostamente pediu que funcionários da OLP se preparassem para desenvolver esta estratégia. Este relatório, se confirmado por fontes oficiais, pode ser um divisor de águas para o movimento nacional palestino, bem como o maior endosso até agora desta proposta.




Fontes: The Atlantic - Are the Palestinians Ready to Share a State With Jordan?

Os Brics são os Beatles da economia emergente mundial.

Bloco de países emergentes experimentou a euforia econômica, mas precisa mudar para se adaptar à nova realidade pós-crise mundial.     27 de dezembro, 2012.



Brasil, Rússia, Índia e China são como John, Paul, George e Ringo dos mercados emergentes. Um grupo elegante de personalidades diferentes que por vezes inspiram a histeria. Pelo menos é o que sugere o jornal norte-americano Wall Street Journal, que traçou a comparação para alertar sobre a necessidade de os membros do grupo se reinventarem se quiserem voltar a registrar crescimento acima da média mundial.

Em 2012, lembra o jornal, os Brics ultrapassaram os Beatles, que duraram uma década, e completaram 11 anos de existência. Assim como a banda, os Brics gozaram de grande sucesso durante esse período.
Em 2002, as ações da bolsa de valores dos Brics correspondiam a três por cento do total do valor de mercado da Federação Mundial de Bolsas de Valores. Porém, em 2011 essa euforia diminuiu e as ações do grupo caíram de três por cento para um quinto do total.
O cartão de visitas do grupo — altas taxas de crescimento — continua válido, mas está perdendo seu valor. De 2000 a 2008, a média do PIB anual dos países do grupo era de oito por cento. Este ano, as previsões do FMI para o grupo apontam uma média de crescimento de 4,5%. Todos os membros, inclusive a China, o garoto-propaganda do grupo, enfrentam um declínio na economia.
Em 2008, as exportações dos mercados emergentes expandiam ao ritmo de 20% a 30% por ano. Na época, tanto os Estados Unidos como a Europa aproveitavam o crédito financiado para consumir intensamente. Após a crise imobiliária dos EUA e a crise do euro, esse cenário mudou. As exportações diminuíram e previsões apontam que em 2013 deve ser ainda pior. A queda nas exportações prejudicou principalmente Brasil e Rússia, dois gigantes exportadores de commodities.
No Brasil, mão pesada do governo afeta crescimento
A expansão do PIB do Brasil é metade da esperada pelo mercado. O grande problema do país é o baixo investimento, tanto público quanto privado. Atualmente, esse investimento representa 19% do PIB. Esse número precisa chegar a 22% se o Brasil quiser retomar a média de expansão anual de 4,5% alcançada na década passada.
O governo tem grandes projetos planejados, como a expansão dos portos, por exemplo. Contudo, a mão pesada do governo afeta o crescimento do país. Uma complexa carga tributária e uma ampla rede regulatória (o chamado “Custo Brasil’) mantêm o país em uma das piores posições na lista do índice de melhores países para se fazer negócios, do Banco Mundial. A intervenção do governo no preço da energia e do petróleo reduz a eficiência e restringe os investimentos no país.
Nesta década, os Brics precisarão enfrentar seus problemas e reformular suas economias para se adaptar às mudanças mundiais. Cada vez mais as diferenças políticas e econômicas entre os membros se tornam mais claras, o que põe em dúvida a continuidade do grupo. E não há garantias de que os fãs da “banda” os amarão em carreira solo.